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Também procurado como: oração contra fofoca no trabalho · decreto contra intriga · oração para calar a boca de quem fala mal · decreto contra maledicência

Decreto contra fofoca no trabalho: texto e como fazer

Para quem descobriu que é assunto no corredor. Um decreto para fechar o seu campo e parar de alimentar a conversa que corre pelas suas costas.

Resumo

Para quando
Você descobriu que falam de você no trabalho, e o ambiente ficou pesado toda vez que você chega.
Melhor momento
De manhã, antes de sair de casa ou antes de entrar no expediente.
Quantas vezes
Todo dia, como hábito, enquanto durar a fase.
Elementos (opcional)
Nenhum. Se quiser, um raminho de arruda ou de guiné na bolsa e um copo d’água.

Para que serve o decreto contra fofoca no trabalho?

Descobrir que você é assunto no corredor dá um tipo específico de mal-estar. Não é briga aberta, é um clima: a conversa que para quando você chega, o olhar de lado, a informação que não chega até você.

Fofoca vive de combustível. Quanto mais você reage, se explica e tenta descobrir quem falou o quê, mais a história cresce e mais energia você entrega.

O decreto contra fofoca no trabalho fecha o seu campo e corta o fornecimento. Ele não cala ninguém e não devolve nada a ninguém: ele te tira do centro da roda.

  • As conversas mudam de assunto quando você se aproxima.
  • Chegam até você versões distorcidas do que você disse.
  • Você passa o dia tentando adivinhar quem falou.
  • Volta para casa exausta, sem ter feito esforço físico nenhum.

O decreto contra fofoca no trabalho (texto completo)

Pode ser dito em voz alta em casa ou em pensamento, no ônibus, antes de entrar.

Eu, [seu nome], entro hoje no meu trabalho protegida e em paz. Fecho o meu campo com serenidade, sem medo de ninguém. O que falam de mim pelas costas não me pertence e não me define. Não alimento intriga, não repasso o que ouvi e não brigo por versão. A minha resposta é o meu trabalho bem feito, à vista de todos. Que a verdade sobre mim apareça no tempo dela, sem que eu precise correr atrás. Não desejo mal a quem fala. Desejo que essa conversa perca a força. Devolvo, com respeito, o que não é meu, sem carregar ressentimento. O meu nome é meu e eu o sustento com as minhas atitudes. Aqui eu trabalho, cumpro o meu papel e vou para casa inteira. A minha paz não fica na mesa de ninguém. Assim é.

Como fazer o decreto, passo a passo

  • Diga de manhã, em pé, com os pés firmes no chão, antes de sair de casa.
  • Respire fundo três vezes e imagine uma luz clara te envolvendo da cabeça aos pés.
  • Leia o decreto em voz alta. Se já estiver no trabalho, diga em pensamento.
  • Termine passando as mãos pelos ombros, de cima para baixo, como quem tira poeira.
  • Durante o dia, cumpra a parte prática: não comente sobre ninguém, não responda provocação e registre por escrito o que for combinado.
  • Leve na bolsa, se quiser, um raminho de arruda ou de guiné, ervas tradicionalmente associadas à proteção. É opcional.
  • Ao chegar em casa, tome um banho morno do pescoço para baixo e deixe a água levar o dia.

O que costuma mudar depois?

A primeira mudança é você parar de investigar. Sem essa busca, sobra energia para o trabalho e para a sua vida fora dali.

Sem reação, a fofoca costuma perder o gás. Não some do mundo, mas deixa de ter você como assunto principal, porque assunto sem reação envelhece rápido.

Também é comum ficar mais claro quem é quem no ambiente. Você passa a escolher melhor com quem conversa e o que conta.

Quando a fofoca vira outra coisa?

Existe diferença entre fofoca e assédio moral. Humilhação repetida, exposição pública, isolamento proposital e sabotagem são assunto de RH, de sindicato e, se for o caso, de advogado. Guarde registros e datas.

Na blindagem energética, eu trabalho com você o fortalecimento do campo para ambientes pesados, e na limpeza energética cuido do que você traz do trabalho para casa. Atendo em Cotia e online.

No e-book Ervas Sagradas eu explico os fundamentos e a ação energética de mais de 100 ervas, entre elas arruda, guiné e outras usadas em banhos e defumações de proteção.

As terapias holísticas são complementares e não substituem acompanhamento médico, psicológico ou psiquiátrico. Primeiro a gente conversa; depois você decide.

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Para aprofundar

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Perguntas frequentes

O decreto faz a pessoa parar de falar de mim?

Ele não manda em ninguém. O que ele faz é tirar você do jogo: sem reação e sem contraveneno, a conversa costuma perder força sozinha.

Posso pedir para quem falou se dar mal?

Não trabalho assim. Devolver mal com mal te mantém presa à mesma história. O decreto pede proteção e verdade, não castigo.

Devo me explicar para os colegas?

Em geral, não. Explicação vira novo capítulo. Se a fofoca afeta o seu trabalho de forma concreta, leve o assunto ao seu gestor ou ao RH, por escrito.

Serve para fofoca de vizinhos ou de igreja?

Serve. Troque “no meu trabalho” pelo lugar onde acontece. A lógica de fechar o campo e não alimentar é a mesma.

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Você não precisa chegar com tudo organizado nem saber o nome do que sente. Me conte em poucas linhas o que está acontecendo e eu explico como podemos seguir.

Lucila Celete · Terapeuta holística · Cotia/SP e online

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